Às vésperas do Valentine's Day , o equivalente americano do Dia dos Namorados, vou falar de um filme que amo. Na Inglaterra vitoriana, Victoria é filha de uma família aristocrática e falida, e Victor é filho de comerciantes, os novos-ricos. A união dos dois elevará a riqueza de uma família e o nome da outra. O que eles não contam é que Victor, na tentativa desastrada de ensaiar para o grande casamento, proponha, sem querer, uma união com Emily, alguém que está há muito tempo esperando por um príncipe encantado. Lindo, maravilhoso, perfeito. A fórmula Tim Burton, Johnny Depp e Helena Boham Carter já é conhecida e bem-sucedida, e quando acrescida e uma história típica de Burton, tornada possível pela técnica de stop-motion, fica ainda melhor. Amo o filme porque tem vários aspectos: é engraçado, triste e encantador. As músicas são boas, os personagens são caricatos, mas já que é uma animação, não há problema nisso. Adoro como o mundo dos mortos é colorido e divertido ...
Emprestei minha cópia desse livro para um amigo, e, com isso, veio a vontade de escrever algo sobre. Dez pessoas são convidadas, por conhecidos de pouco contato, para uma estadia em uma ilha. Na primeira noite, à espera do misterioso anfitrião durante o jantar, uma gravação revela acusações sobre os presentes. Todos são culpados de "pequenos crimes", coisas que, em si, não foram tão ruins mas que causaram grandes danos a outros. E então as mortes começam, uma a uma. Presos na ilha, sem comunicação com o continente, somente os dez convidados, um deles é o assassino. Quem? Um livro magistral, na minha opinião. Li em dois dias: no primeiro, li quatro capítulos; no segundo, não consegui largar até terminar. O suspense é grande; o mistério, envolvente. Tanto que não espera-se ler novamente um livro que baseia-se num mistério pois, uma vez descoberto o assassino, qual a necessidade de uma segunda leitura? Li " O Caso dos Dez Negrinhos " três vezes, para ser exata. ...